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"...eu não 'tou p'ra isto!"

por westnelson, em 28.08.14

A Alícia para a mãe: "Mãe sabes jogar ao domidó?"

 

"É pá, é acreditante!"  [inacreditável, queria dizer ela]
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publicado às 11:39

É Pau, é pedra, é o fim do caminho...!

por westnelson, em 11.04.14

Durante o jantar de Quinta-feira a Alícia depois de comer um prato de canja – “Não é sopa, é canja!” costuma dizer ela –, muito a custo, como tem sido habitual nos últimos tempos, pediu para comer um pouco do nosso jantar – Massa com Atum, cogumelos e ananás. Entretanto não comeu tudo o que a Tânia lhe colocou no prato e pediu um pouco da comida da avó – Frango com esparguete. A Avó Alice colocou-lhe no prato um naco grande de frango. Recomeçou a comer e, entretanto, ao mastigar um pedaço de frango que separou com os talheres – sim, porque apesar dos 4 anos, come perfeitamente com garfo e faca -, mordeu qualquer coisa como se tivesse mordido a língua e com uma expressão que demonstrou um misto de dor e surpresa levou a mão à boca e de lá tirou qualquer coisa que ia no meio da carne, e, colocando no bordo do seu prato exclamou – “Ah... É Pau!” – disse num repente que nos surpreendeu levando a que a risada fosse geral não só pela surpresa demonstrada como pela modo como o fez, até porque ela sabe perfeitamente o que é o osso da carne que comemos.

 

E não ter sido um bocado de plástico teve muita sorte!

 

(da minha moleskine em 6 de Dezembro de 2013)

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publicado às 14:35

Sessão fotográfica - "O Natal é quando eu quiser!"

por westnelson, em 25.03.14

Aliprin, a princesa Alícia,esta manhã, fez uma sessão fotográfica de forma espontânea na garagem com um telemóvel rasca, sem flash, onde as fotos não levaram tratamento e nem o cenário foi preparado, como aliás pode ser comprovado. Mas, está lá o mais importante... efeitos de não ter ido hoje à escolinha.

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publicado às 12:54

Aliprin, a fada princesa menina

por westnelson, em 21.03.14

No teu mundo, à descoberta

Aliprin és Fada Princesa,

Uma varinha trazes na mão,

Feita de plástico e cartão

Mas, com muito condão,

E, na ponta, mesmo à pontinha

Uma iluminada estrelinha.

A magia é arte e manha

No teu mundo de Fada Menina

Basta acenares com ela,

Logo Brilha na ponta a estrelinha

E, da imaginação prodigiosa

Fazes acontecer a descoberta

A magia de Fada Traquina.

 

Westnelson

21 de Março de 2014

Dedicado à princesa Alícia no dia mundial da poesia

 

http://on.fb.me/1imJ8fN

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publicado às 20:10

Conversas de criança

por westnelson, em 21.03.14

Hoje, encontrei um velho caderno onde tinha feito diversos apontamentos. Ao desfolhá-lo dei com algumas notas que nele fiz sobre conversas que a Alícia, na altura com três anos, tinha tido comigo quando, ainda, morávamos na vila da Benedita.

-          Pai, hoje não chorei a tomar banho. Gosto de ti. O Pai não põe champoo nos olhos da Alícia. ...

-          Às vezes sou mázinha!

-          Então diz lá que maldades é que tu fazes?

-          Vou mexer no computador, no facebook da mãe, na página dela!

-          !

 

Entretanto a ver-se ao espelho depois do banho e com o cabelo bem penteado para trás.

-          O meu penteado parece um homem careca!

-          !

 

Mais tarde, durante o jantar, íamos vendo televisão, e devo ter carregado inadvertidamente no botão do comado que desliga o aparelho.

-          Pai, a televisão fendeu-se. Está fendida!

Ela queria utilizar a palavra fundida, normalmente aplicada às uma lâmpadas quando se estragam, aqui aplicada à televisão.

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publicado às 01:50

O ladrão da Lua

por westnelson, em 19.03.14

No Sábado, 8 de Março, à noite, já no crepúsculo, saí à rua com a Alícia para aproveitarmos o tempo agradável que àquela hora ainda se fazia sentir. Faltava pouco para o jantar que entretanto a Tânia preparava em casa da avó Bela. A Alícia olha para o céu fixamente enquanto é levada por mim pela mão. Ela olha a lua e dispara – «Pai, quem é que partiu a Lua? Quem levou a outra parte?» – Ela foi tão espontânea que, logo num primeiro momento apenas pude rir, mas a rir mesmo no meio da rua. Assim como mais duas pessoas que passavam perto demonstraram a graça que aquelas duas perguntas lhes causaram. Mas, sim, era mesmo verdade. Só lá estava metade da Lua. Estava a entrar em quarto crescente!

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publicado às 23:30

À falta de melhor o inverso também serve

por westnelson, em 19.03.14

Estávamos no carro à espera da Tânia que tinha ido à loja comprar umas coisas para levarmos para casa. Como ela demorava e a Alícia começava a ficar impaciente por estar presa pelos cintos de segurança na sua cadeira, decidi soltá-la para que se sentisse melhor. Entretanto chega a Tânia com os sacos que coloca na mala do carro. Conversamos uns momentos e, entretanto, a Alícia já estava sentada na sua cadeira. Deve ter passado cerca de um minuto quando rodei a chave na ignição. Quando me preparo para iniciar a marcha, prontamente, a Alícia, no seu sentido de responsabilidade, exclama – «Pai, estou ‘despresa’!»

 

Então e o que me dizem a “despisa”? Foi no Sábado passado junto ao rio da praia das Paredes da Vitória quando ela queria puxar a toalha de praia que a avó Bela pisava. 

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publicado às 22:59

Parabéns Princesa Alícia

por westnelson, em 01.11.13

Passei, não com muita velocidade. As lombas colocadas em algumas passadeiras que atravessam a principal rua da localidade de Chão da Parada a caminho de Salir do Porto e o estado avançado da gravidez da Tânia não deixavam ir mais depressa. Ainda assim, passei suficientemente rápido para que o carteiro que distribuía o correio, ficasse com cara de idiota a olhar para o carro, depois de eu ter aberto o vidro lateral e lhe ter autenticamente gritado com extrema alegria – “Sete, sete... sete... dia sete!”. A Tânia voltou a cabeça para trás e verificou isso mesmo, que o carteiro ficou parado a olhar, acompanhando o movimento do carro e a tentar perceber o que se passava com cara de quem denotava uma surpresa desmedida. Verifiquei o mesmo nas limitações que o espelho lateral me permitia ver enquanto conduzia, fazendo nova travagem para passar outra passadeira lombada. Perante tal espontaneidade da minha parte, que tinha a ver com a conversa que vínhamos tendo, riamos muito, muito, mesmo. “Sete, sete... sete... dia sete! E a cara do homem sem saber o que se estava a passar.

Tinham-nos comunicado à pouco no serviço de consultas externas de obstetrícia do Centro hospitalar Oeste Norte das Caldas da Rainha (CHON) que a Alícia ia nascer no dia sete de Novembro de parto provocado por terminar o tempo de gestação aproximadamente por essa altura. No meio do nervosismo, estava muito contente, de tal forma que, mais tarde, reconheci, esse contentamento, ter sido algo exagerado uma vez que a Tânia poderia ter problemas. A bebé não tinha dado a volta, ou melhor, tomou balanço a mais e em vez de fazer o pino, deixou-se levar pela inércia voltando à posição inicial – uma artista! Mas, como não há nada mais maravilhoso no mundo, deixei-me fluir e expressar o que até aí, se calhar, ainda não tinha conseguido exprimir de uma forma mais aberta.

 

A Alícia nasceu no dia 1 de Novembro, passados apenas dois ou três dias depois da médica ter marcado o nascimento como se marcasse na agenda o dia e a hora para efectuar uma tarefa como ir ali aos correios enviar um bilhete postal – Cá para mim podia ter marcado a seis ou a oito, era o buraco que a médica tinha na agenda.

A cesariana correu muito bem, embora os sinais para ter nascido de forma natural estivessem lá – A Tânia tem uma tremenda dor nas costas que não aguenta mais! – disse. O médico da urgência da obstetrícia daquela manhã, sorriu – O senhor trouxe as roupas para a bebé e para a mãe? – Esta pergunta foi a resposta que obtive à indicação que dei sobre a incomodativa dor que a Tânia tinha nas costas e que não lhe dava posição para estar quieta durante muito tempo. Por acaso tinha levado tudo. O malote estava, na realidade, pronto há algum tempo e acompanhava-nos para todo o lado na mala do carro. Isto nunca se sabe! A complicação, mesmo, foi a bebé não ter dado a volta para facilitar de forma natural a sua vinda, de resto tudo correu bem.

No final do dia, já sozinho em casa – a Alícia e a Tânia estavam, como é de calcular, na maternidade – resolvi fazer este blog, que na altura dei o nome de “O meu blog” no qual escrevi que, realmente, tinha sido um bom dia para nascer! E porquê um blog? Pura homenagem ao modo como nós, eu e a Tânia, nos conhecemos. Qual redes sociais, qual chats, qual quê! Filha de bloggers tinha de ter um blog, ainda que o acesso fosse restrito a quem só nós quiséssemos. Nunca fiz dele aquilo que realmente desejei, mas ainda vou a tempo. Vamos sempre a tempo.

Entretanto, pelo meio desta história e outras tantas peripécias com ela relacionadas, importa dizer que o dia 1 de Novembro de 2009  foi um dia único, maravilhoso. O nascimento de um filho marca sempre, é único, como o próprio indivíduo que nasce, como todos os outros o são. Todos iguais e todos diferentes. Cada um marca à sua maneira. Mas, a coisa que mais me marcou nesse dia logo a seguir ao nascimento da Alícia e de a ter transportado bem juntinho a mim em parte do percurso entre o bloco operatório e a maternidade foi o que a Tânia me disse antes de a levarem para a sala de cirurgia. Não, não vou aqui reproduzir a conversa, até porque há coisas que, embora bem gravadas no meu cérebro, e, especialmente no meu coração, são mesmo para ficar entre quem as disse e escutou.

 

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publicado às 17:45

Parece que a chuva está molhada!

por westnelson, em 09.06.13

Enquanto a Tânia limpava com a esfregona o chão da garagem "rastenhada" pelos pneus e pingos de água que caiam do carro molhado pela chuva que insiste em cair numa época que faz ter algumas saudades do bom tempo, ainda para mais num fim de semana com os ingredientes necessários para se ir à praia ou ler o jornal numa esplanada, a pequena princesa Aliprin tem mais uma tirada das suas:

- Mãe, o chão molhou a chuva!

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publicado às 12:24

A Alícia no Dia Mundial da Criança na Nazaré

por westnelson, em 01.06.13

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publicado às 18:20

Vá, let's Go!

por f0fa, em 09.04.13

Hoje, quando estava nas arrumações cá em casa e reparo que a princesa tinha as suas bebés sentadas no chão do Hall de entrada, digo-lhe para que as leve para a sala, porque iria aspirar ali. Não ficou muito satisfeita, pois segundo ela, ali é a escola das bebés dela.

Começou a pegar nelas uma a uma ao mesmo tempo que lhes dizia:

"Vá, let´s go...!"

Perguntei-lhe quem lhe tinha ensinado a dizer aquilo, mas não consegui obter resposta... Eu fico burra, com estas saídas!

A solução afinal era mais fácil que aquilo que pensei à primeira impressão. Na verdade só podia ser.

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publicado às 03:28

A que cheira a borracha queimada?

por westnelson, em 30.03.13

No dia do Pai, como acontece em outros dias, fui buscar a Alícia à escola. Além da prenda feita na escolinha – a sua mão direita gravada em 3D numa espécie de molde com um furinho no topo que vai servir para colocar uma esferográfica no trabalho, bem embrulhada e com uma bandeirinha com a foto da princesa agarrada pela mão do pai desenhado por ela! [link] –, tive, também, a melhor prenda de todas: Um grande abraço e beijinhos, muitos – Tão bom! Aliás, de significado grande naquele dia, mas recebo-a não poucas vezes sempre com grande significado.

Íamos a  pé a caminho de casa e, como sempre, conversamos muito. Lá vou ouvindo o que ela tem para dizer: Como foi o dia na escola, o que fez, o que comeu, se dormiu ou não, etc. Depois, entre outras coisas, falamos sempre do que vamos encontrando pelo caminho. Às tantas, já quase a chegarmos, começou a notar-se um cheiro a borracha queimada, cada vez mais intenso. Já estava a estranhar ela não dizer nada e quando eu me preparava para começar a falar a Alícia tem mais uma tirada daquelas que fazem rir quem na altura está com ela, não só pelo que diz, mas pelos modos que adquire ao dizê-lo:

“Pai, cheira a azedo!”

Assim, fiquei a saber que o cheiro a borracha queimada é azedo!

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publicado às 00:38

Mais uma tirada...

por westnelson, em 04.03.13

Mais uma tirada da pequena princesa Alícia:

“Mãe, olha, sabes uma coisa (?), a luz fendeu-se!”

E não ter dito outra coisa já foi uma sorte!

Claro, agora já sabe dizer o que acontece a uma lâmpada quando se estraga.

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publicado às 00:40

Alícia e o National Geographic

por f0fa, em 02.02.13
A princesa Alícia a ver com muita atenção a RTP2, não querendo ser incomodada de maneira nenhuma. O programa em questão é, NGC: Experiência – Ataques de Tubarão.
“Mãe, deixa a Alícia ver, por favor...!”

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publicado às 03:03

Algumas palavras

por westnelson, em 09.01.13

Algumas palavras do dicionário da princesa Alícia:

 

Amendoás - Amêndoas

Cabalhau – Bacalhau

Enfiar – Afiar [o lápis]

 

Contudo, estas falhas que não deixam de ser engraçadas ditas por uma menina de 3 anos, são isso mesmo, meras falhas pontuais já que a Alícia consegue dizer as palavras muito bem ditas. Muitas vezes nem sabemos onde aprendeu – provavelmente na escola –, e, quando essas falhas acontecem, nós, por hábito, voltamos a dizer as palavras bem ditas e ela repete-as como se há muito tempo as utilizasse no seu vocabulário.

Já agora, a Alícia utiliza a expressão “se faz favor”, muito bem dita, com todas as letras e no sítio certo das frases que dela precisam.

 

Ah, já me esquecia - A princesa além do fogão que já tem para fazer a comida para os seus meninos e meninas, também quer um "micaiondas"; um lava-louça, um estendal (por vezes é "uma 'tenda' para estender a roupa"), um "frigorisfico", uma máquina de lavar, ou seja, quer uma casa montada, com tudo, para poder tratar dos seus meninos.

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publicado às 00:08

Natal Mais Uma Vez... please!

por westnelson, em 23.12.12

Feliz Natal a Todos {#emotions_dlg.xmastree}

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publicado às 16:27

"Mãe, ‘tou a pôr as tuas mamas!"

por f0fa, em 19.12.12

Tarde fora, que é como quem diz, agora nesta altura do ano, início de noite e depois de ter ido buscar a princesa à escola decidi ir tomar um bom e quente banho.

Na casa de banho a Alícia esperava que eu terminasse, sentada em cima do tampo da sanita. Levanta-se e começa a mexer na roupa que eu tinha deixado junto ao toalheiro. Agarra o meu soutien e começa a tentar vesti-lo: “Mãe, ‘tou a pôr as tuas mamas!”

Sim, eu mereço!

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publicado às 16:39

Quero levar o Pai natal para casa

por westnelson, em 16.12.12

Alícia foi às compras e deu de caras com o Pai Natal que estava no Intermarché da Benedita. Assim que o viu fez uma festa enorme, contudo não se aproximou dele - teve algum medo, diria eu. No fim de tudo queria voltar para trás e ir buscá-lo - "Quero levar o Pai Natal para casa!" Pelo meio ainda viu a mãe da Madalena, uma colega de escolinha, e faz uma festa quase tão grande a dizer que a conhecia como quando viu o Pai Natal.

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publicado às 19:47

Não percebo!

por Aliprin, em 29.11.12

Outro dia depois de acordar fui até à cama dos kotas. Subi para lá e daí a um bocado, enquanto o pai brincava comigo disse para entretanto eu ir para o sofá da sala beber o bibi e ver os bonequinhos na televisão. Então, eu respondi-lhe, “calma… calminha... calmex!”

Pareceu-me que ele ficou atuado e embasbacado com a minha resposta. Não percebo!

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publicado às 02:32

Quentes e Boas... menos uma!

por westnelson, em 22.11.12

A princesa Alícia, adora comer castanhas assadas. No Sábado passado, dezassete dias depois de fazer 3 anos, enquanto jantávamos na sala, deixámos a assar no forno da cozinha um tabuleiro cheio de castanhas previamente traçadas com um golpe, sal e salpicadas uma ou duas vezes durante o processo de assadura com uns pingos de água, para que a diferença de temperatura facilitasse a sua abertura e soltasse, positivamente, a casca. Enquanto isso íamos vendo televisão e conversando. A Tânia, a tempos, lá ia falando com alguns amigos nossos na internet através do facebook. Lia, também, em voz alta alguns tweets que iam caindo na minha timeline. Uns sarcásticos, outros irónicos, outros ainda, nem por isso, mas sempre com algum humor sobre as notícias que os vários canais transmitem àquela hora.

Entretanto a mesa já tinha sido levantada (não se preocupem, ela é leve!), e a louça a dois ficou lavada num instante. Por fim as castanhas estavam prontas. Até aqui nós descascávamos as castanhas para a Alícia, mas, eis que a princesa já cresceu um pouco mais e quis experimentar fazê-lo ela própria. A partir de agora se nos entretermos com a internet, a conversar ou com atenção à televisão, ficamos a ver navios, logo, sem castanhas para comer. Com um belo de um rosé fresquinho, que já tinha acompanhado o jantar, e com a lareira acesa, lá íamos despejando a bom ritmo a travessa de barro onde colocáramos as castanhas. Quando já ia a mais de meio ainda não tinha aparecido nenhuma podre. Até que de repente a Alícia saiu-se com a afirmação da noite que, não era mais que a constatação de um facto lógico no seu entender:

“Esta está morta!”

Acho que foi a única que foi encontrada sem vida, quero dizer, podre!

Passe a publicidade, e aqui que ninguém nos ouve, quer dizer, aqui que ninguém está a ler isto, foram compradas no Intermarché aqui perto e além de estarem quentinhas, eram boas, imagine-se.

Tudo o que está acima transcrito foi partilhado de alguma forma pela Tânia com os nossos amigos que estavam online no facebook o que gerou alguns comentários e boa disposição.

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publicado às 01:09

3 anos - Parabéns Princesa.

por westnelson, em 01.11.12

Há três anos, a 1 de Novembro de 2009, foi um bom dia para nascer... parabéns princesa.

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publicado às 04:32

Elas falam?

por westnelson, em 24.10.12

Levantaram-se as duas princesas pela manhã. A Tânia foi ao WC e a Aliprin ainda ensonada daí a pouco foi atrás dela.

- Vai para a caminha que a mãe já te leva o bibi – disse a Tânia já a sair da casa de banho.

- Mas eu quero ir contigo. Eu quero ir para a sala.

- Está bem.

- Acende a tevisão. [televisão]

A Tânia acedeu a televisão enquanto ela se deitou no sofá muito bem recostada a olhar para os bonecos da manhã no canal 2.

Entretanto, passaram cerca de cinco minutos e, a Aliprin foi até à porta da cozinha, não passando desta para aquela divisão da casa.

- Mãe, porque é que estás a demorar tanto tempo?

- Vai para o sofá ver televisão que a mãe já te leva o bibi. A mãe está a regar as plantas.

- Porquê?

- Porque as plantas têm sede.

- Elas pediram? [água]

- Sim.

- Elas faiam? [falam]

- !

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publicado às 15:11

A mala da princesa

por westnelson, em 17.10.12

A pequena Aliprin chegou perto de mim e pediu uma tesoura para cortar uma laçada feita numa malinha pequena que a avó lhe fez. Ela adora aquela malinha que usa à tiracolo, mas o raio do sino pequenino, dourado e com o formato idêntico à ponteira de alguns instrumentos musicais de sopro, agarrado àquela laçada por uma argola de porta-chaves, isso é que não, ela não gosta nada. Na verdade até pode ser engraçado, mas o tilintar daquele sininho ao fim de algum tempo pode ser um pouco incomodativo para aqueles que andam sempre com ela. E até para ela, ou não me teria pedido uma tesoura. A argola do porta-chaves onde estava seguro à mala permitia facilmente retirá-lo da laçada. E foi o que fiz. Adianto que ela foi pedir-me a tesoura porque, antes, a mãe já lhe tinha dito que não o tirava, coisa que eu só soube depois, quando contei o que se tinha passado – Ora bolas, já me enganaste Aliprin.

Bem, quando arrastei a argola junto com o sininho para fora da laçada da mala, ela foi bem clara – queria-o de volta, sempre servia para brincar de uma outra forma, ou seria esse mesmo o seu objectivo: – Pai, dá-me a trompete!

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publicado às 01:35

O amigo espelho

por westnelson, em 16.10.12

A mãe fizera-lhe um pequeno rabicho tipo repuxo no alto da cabeça e lateralmente colocara-lhe duas molinhas muito pequeninas, tudo em tons rosa.

Mãe: - vai mostrar ao pai, estás linda.

Aliprin: - Olha aqui pai, o meu cabelo.

Pai: - Ena, tão linda com um repuxo na cabeça...

Aliprin: - Vou mostrar ao espelho!


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publicado às 21:44

Aliprin pinta beijinhos

por westnelson, em 11.10.12

No Dia Mundial dos Correios, 09 de Outubro, recebemos via CTT um envelope de correio azul. Vinha endereçado ao pai e à mãe da pequena Aliprin. Tinha o nome dos dois e não tinha remetente, o que dificultava ainda mais saber de antemão de quem era e o que era, mas, ao abrir aquele envelope azul, fez-se luz.

Nesse dia a pequena Aliprin não tinha ido à escolinha - o porquê disso não vem agora ao caso. Quando cheguei a casa da minha mãe, a avó da pequena Aliprin, para almoçar com as duas verifiquei em conversa com ela que já tinha comido a sopinha toda. Foi a avó que lhe deu. Sopinha com carninha. Enquanto falávamos ela ia pintando os lábios e zona envolvente com uns marcadores, fáceis de tirar da pele e da roupa, para depois dar um beijo numa folha branca que já estava cheia de beijos pintados.

- Que estás a fazer? – perguntei.

- Estou a pôr os lábios com beijinhos na folha, mas com batom é melhor! – respondeu ela não parando de dar beijos na folha depois de voltar a pintar os lábios agarrando no marcador como se fosse um batom.

Pronto, foi alguma coisa que aprendeu a fazer no Centro, pensei eu. Fui buscar o telemóvel para registar em imagem o que ela fazia para depois mostrar à Tânia.

Depois do almoço, a hora para ir trabalhar aproximava-se vertiginosamente e ainda tinha de passar em casa para ir buscar a farda. Quando lá cheguei, como sempre faço, porque fica mesmo ao lado da porta, retirei da caixa de correio o tal envelope via correio azul. Tinha uma folha amarelada de rebordos ondulados cheia de beijos vermelhos da pequena Aliprin onde se podia ler em cima – para a minha família – e, em baixo rematado por mais um lábio vermelho – da  Alícia.

Tudo se ligou mais uma vez quando ao telefone, a partir do meu trabalho, para a Tânia lhe expliquei tudo e ela me disse algo que eu já tinha esquecido. No dia anterior, ao passarmos de carro por determinado sítio perto de onde moramos a princesa disse – Hoje passamos por aqui. Fomos aos correios! – Nós indagamos sobre o que ela tinha acabado de dizer mas não chegamos a conclusão alguma e a conversa ficou por ali. Era de noite e ela preparava-se para dormir na sua baquet de viagem confortavelmente recostada. Nesse dia, durante o período da escolinha, os meninos da sua sala devem ter ido aos correios, numa fila dois a dois, cada um colocar a cartinha para a sua família.

 


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publicado às 14:11


Uma nova dimensão para um blog que estava parado há quase três anos e que agora regressa... diferente...!

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